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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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O que diz o nosso frigorífico sobre nós?

Mäyjo, 18.02.14

O que diz o nosso frigorífico sobre nós? (com FOTOS)

 

O que diz o nosso frigorífico sobre nós? (com FOTOS)

“Quanto mais tempo passava a ouvir as histórias das pessoas, mais pensava na comida que consumimos e os efeitos que esta tem em nós, enquanto indivíduos, e na nossa comunidade”, explicou Menjivar ao Splendid Table.

 

A primeira fotografia, curiosamente, foi a do seu próprio frigorífico – foi aí que a ideia começou a ganhar forma. “Abordei a ideia como um projecto de retratos, por isso convidei as pessoas nas quais estava interessado, por uma ou outra razão, a participar”, frisou. A maioria das pessoas não conhecia Mark, o que acabou por ajudar à “veracidade” do projecto.

 

“São retratos de ricos e pobres. Vegetarianos, republicanos, membros da NRA (National Rifle Association, uma associação norte-americana pró-armas), pessoas que foram deixadas prar trás, sonhadores”, continuou.

 

Os frigoríficos foram retratados de forma crua – o fotógrafo chegou à cozinha, abriu o frigoríficos e fotografou. Nenhum alimento foi colocado ou retirado.

 

Conheça algumas das histórias dos proprietários dos frigoríficos.

1.Frigorífico de um cozinheiro de Marathon, Texas, que, por alguma razão, tem uma cobra morta lá dentro.

 

2.Este frigorífico pertence a um distribuidor de publicidade de San Antonion, Texas, que vive com €310 (R$ 980) por mês.

 

3.Frigorífico de um antigo proprietário de um parque de diversões em Alpine, Texas, um ex-prisioneiro de guerra da Segunda Guerra Mundial.

 

4.O interior de um frigorífico de um empregado de bar que se deita às 8h e levanta às 16h está cheio de embalagens de comida de trazer para casa.

 

5.O frigorífico de um realizador de documentários de San Diego, na Califórnia, cujo trabalho ajudou a enviar milhões de euros para crianças desfavorecidas no Uganda.

 

6.O frigorífico deste carpinteiro/fotógrafo está cheio de carne de veado, morto numa propriedade da família, no Texas.

 

7.Este é o frigorífico de uma família de San Angelo, Texas, cujo pai é trabalhador de construção civil, a mãe é dona de casa e acorda todos os dias às 4h para fazer o pequeno-almoço para a família.

 

8.Este é o frigorífico de um botânico de Fort Wayne, que vive sozinho.

 

9.Frigorífico de uma artista de Brooklyn, Nova Iorque, proprietária de uma padaria vegan.

 

10.Uma professora de ciências do ensino básico tinha passado a consumir apenas produtos locais há uma semana quando a foto foi tirada.

 

in: Green Savers

Não use o seu telefone e ajuda a dar água potável às crianças que precisam

Mäyjo, 17.02.14

Um desafio para os meus alunos e para quem quiser alinhar:

 

A UNICEF tem um projeto para ajudar as a dar água potável às crianças mais carênciadas.

 

Para participar basta aceder à página em baixo, seguir os passos e não mexer mais no telemóvel.

 

Vamos ver que consegue e vence o desafio...

 

eu já vou em 10 minutos!

 

 

 

Clica na imagem ou no link, e segue as instruções!

 

 

 

 

 

http://tap.unicefusa.org/

 

 

Participa e ajuda a ajudar!

 

 

 

GreenBoots: as botas feitas com pneus reciclados que vão de Leiria até Moscovo

Mäyjo, 17.02.14

GreenBoots: as botas feitas com pneus reciclados que vão de Leiria até Moscovo (com VÍDEO)

 

No Norte do País está o grosso da indústria portuguesa de calçado, mas é de Leiria que chega a GreenBoots, uma marca de calçado feito à mão e que utiliza, entre outras matérias-primas, a borracha reciclada dos pneus, que é trabalhada e transformada em solas.

O projecto de Pedro Olaio, de 44 anos, Luís Lourenço (48) e Inês Cunha (37) ainda está a dar os primeiros passos, mas o futuro parece risonho para a marca que aposta na sustentabilidade e fabrico à mão para se diversificar no mercado.

“As botas utilizam borracha de pneu reciclado e fazemos o aproveitamento de vários restos e desperdícios [da indústria], como as palmilhas de pele. A GreenBoots não é apenas o nome, demonstra também o cuidado que temos com o ambiente”, explicou ao Economia Verde o designer e gestor comercial, Pedro Olaio.

Na verdade, as GreenBoots não são mais do que uma tradição recuperada, apesar da marca ter sido lançada no início de 2013. “Fomos buscar às origens o que já era utilizado antigamente – as solas [são feitas de pneu reciclado]. Agora, elas são ainda mais resistentes e confortáveis. Depois, basta reinventar a história”, frisa o designer.

A génese da marca está em 1955, na fábrica do mestre José Rodrigues. É deste tempo que vem a arte de fabricar as actuais GreenBoots. As botas são fabricadas à mão por artesões de uma fábrica da Benedita, às portas de Leiria, e já chegaram às lojas de Moscovo (Rússia), Londres (Reino Unido) ou Roma (Itália).

Em Portugal, as GreenBoots já se vendem em algumas lojas, podendo também serencomendadas através de internet. O preço, porém, não é para todos: algumas botas podem custar entre €90 e €150.

 

 

in: Green Savers